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Calendário Maiores de 23

por Mário Botelho, em 27.02.16

NOTA: Este calendário trata-se de um exemplo meramente demonstrativo do acesso Maiores de 23 2014/2015 do ISCTE-IUL. Não dispensa, de forma alguma, a consulta do calendário da instituição a que te candidatas.

 

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Vocação vs Empregabilidade

por Mário Botelho, em 18.02.16

Esta é daquelas questões em que quase toda a gente tem uma opinião. E mais do que uma opinião, uma opinião daquele tipo que nós portugueses usualmente damos sobre qualquer assunto - a opinião extrema, a opinião radical, a que esmaga numa frase todos os argumentos da outra parte.

 

Estamos perante uma discussão entre o naive: "Vai por aquilo que gostas, os bons têm sempre lugar!" e o ultra-racional falacioso: "Tenho tempo para me adaptar, e hei-de passar a gostar do curso, o importante no final é ter emprego."

 

Quem tem razão? Eu.

 

A verdade é que a vida em que te casas com uma fada, e vais trabalhar de pónei num emprego dos teus sonhos, não existe. Resta-nos portanto enumerar as nossas áreas de interesse (não é preciso hierarquizar, apenas enumerar) e nessas áreas verificar a empregabilidade, optar por um 'meio-termo', uma cedência que tenhas de fazer contigo próprio, caso não tenhas a sorte de te sentires atraído por uma área de maior empregabilidade no momento actual.

 

Pesquisar é essencial. No momento em que me informava sobre que opção deveria tomar li diversos conteúdos sobre o tema da empregabilidade. Fica aqui um artigo da revista VISÃO que apesar de ter sido escrito em 2012 permite tirar algumas ilações sobre as áreas com maior aceitação pelo mercado empregador.

 

É muito importante não tomarmos a decisão da escolha de um curso com base no ordenado que, em principio, os profissionais dessa área auferem. Lembrem-se, estão a concorrer ao Ensino Superior, não ao emprego. Terão pela frente 3 a 5 anos de estudo que serão, para os que vêm diretamente do secundário o prologar do período em que não têm independência financeira, e certamente os anos que mais sentirão essa necessidade. E para quem ingressa pelos maiores de 23, um período de maior contenção em comparação com os anos anteriores. A vontade de aprender e de nos superarmos deve ser, portanto, o grande móbil, não o dinheiro.

 

Um abraço!  

 

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Porquê agora? (A motivação e a falta dela...)

por Mário Botelho, em 04.02.16

Bom, isso é uma pergunta que só vocês poderão responder.

Porque motivo querem ingressar no ensino superior? E porquê agora?

 

No meu caso, a motivação surgiu como normalmente surge, devido a um conjunto de factores insatisfatórios que me empurram para uma decisão, eram então os principais:

 

  • estagnação a nível profissional - aqui falo de processo evolucional parado, desempenho de tarefas rotineiras já totalmente dominadas, até chegarmos à sensação de desaprendizagem negativa, algo a que costumo apelidar de "emburrecimento", o que estando eu num escritório era praticado por mim e diversos colegas passando a emburrecimento colectivo, que deveria ser punido com 3 a 5 anos de prisão efectiva;

 

  • vontade de aprender (qualquer coisa!) - está implicita esta vontade no ponto anterior;

 

  • ter vivido uma boa dose de experiências após o secundário - o não ingresso no ensino supeiror imediatamente após o ensino secundário, a par do ínicio da vida profissional, permitiu-me ter acesso a experiências que não poderia alcançar de outra forma. Não sei, até hoje, se conseguiria ter levado a cabo uma licenciatura cujo empenho para a sua concretização me estaria igualmente a privar de... viver.

 

Feito este resumo sumaríssimo sobre a motivação, passemos então ao momento em que as coisas deixam de depender apenas da nossa vontade.

 

Um abraço!

 

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